Clique no link para ver a reportagem:
http://veja.abril.com.br/noticia/economia/mercado-financeiro-tera-ano-conturbado
Comentário: Excelente matéria, abordando a previsão do comportamento dos principais mercados em todo o globo. Quem quiser seguir, vai uma dica: Investimentos em 2011: Fundos de renda fixa, tanto pré quanto pós fixados, pois a tendência é de alta na taxa básica de juros até o final do ano, atentando sempre para a famosa taxa de administração cobrada pelos bancos para tais fundos, que não deve ultrapassar 2% ao ano, para fazer o investimento valer a pena. Outra dica, minha opinião: Consumir em demasia em 2011, está descartado, por conta do freio do crédito- que reflete negativamente no bolso do consumidor, nas compras a prazo- e, à vista, por conta da alta generalizada de preços em vários produtos do comércio. Se for comprar, aprecie com moderação.
Quem sou eu
- Álvaro Alberto
- Rio de Janeiro, RJ, Brazil
- Economista, estudioso do mundo que me cerca.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Os desastres naturais no Brasil
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http://veja.abril.com.br/blog/veja-acompanha/a-tragedia-das-enchentes/brasil-e-despreparado-para-alertar-sobre-desastres/
Comentário: Impressionante. A República Federativa do Brasil, o quinto maior país do mundo, uma das maiores economias do mesmo, sede da Copa do Mundo de 2014, das olimpíadas de 2016, não possui sistema de alerta de desastres. O que há com as autoridades brasileiras? Omissão? Ou seria incompetência? Não acredito. Ah, pode ser falta de vontade política... Pessoas estão morrendo. E daí, né? Quando há desastre natural no Brasil, os governos esperam a iniciativa da população, incentivam a mesma a ajudar, para não arcar com as consequências sozinhos. Muito bem, a sorte dos nossos políticos é que o povo brasileiro é solidário, altruísta nessas horas de sofrimento, e o grande responsável pela recuperação dessas pessoas vítimas das calamidades. Quando eu tinha 16 anos de idade, na época no primeiro período da faculdade, falei uma frase que depois me arrependi, mas hoje a mesma volta à baila, quando vejo tanta mediocridade: Às vezes, tenho vergonha de ser brasileiro!
http://veja.abril.com.br/blog/veja-acompanha/a-tragedia-das-enchentes/brasil-e-despreparado-para-alertar-sobre-desastres/
Comentário: Impressionante. A República Federativa do Brasil, o quinto maior país do mundo, uma das maiores economias do mesmo, sede da Copa do Mundo de 2014, das olimpíadas de 2016, não possui sistema de alerta de desastres. O que há com as autoridades brasileiras? Omissão? Ou seria incompetência? Não acredito. Ah, pode ser falta de vontade política... Pessoas estão morrendo. E daí, né? Quando há desastre natural no Brasil, os governos esperam a iniciativa da população, incentivam a mesma a ajudar, para não arcar com as consequências sozinhos. Muito bem, a sorte dos nossos políticos é que o povo brasileiro é solidário, altruísta nessas horas de sofrimento, e o grande responsável pela recuperação dessas pessoas vítimas das calamidades. Quando eu tinha 16 anos de idade, na época no primeiro período da faculdade, falei uma frase que depois me arrependi, mas hoje a mesma volta à baila, quando vejo tanta mediocridade: Às vezes, tenho vergonha de ser brasileiro!
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Dilma e o Irã
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http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/ira-protesta-contra-posicionamento-de-dilma-diz-jornal
Comentário: Sinceramente, não me surpreende a atitude da presidenta Dilma ao questionar o comportamento indigno do governo do Irã com relação aos direitos humanos. Oras, o que há no país islâmico é uma ditadura da pior categoria e, como representante fiel da luta contra este tipo de regime, Dilma nunca folgaria com o modelo de Ahmadinejad. Apoio tal posição da presidenta e acredito que o Irã não faz falta como parceiro do Brasil, em qualquer circunstância, pois a República Federativa do Brasil rege-se por princípios baseados na dignidade da pessoa humana e não deve se aliar a um Estado que não se compromete com o respeito aos direitos humanos fundamentais.
http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/ira-protesta-contra-posicionamento-de-dilma-diz-jornal
Comentário: Sinceramente, não me surpreende a atitude da presidenta Dilma ao questionar o comportamento indigno do governo do Irã com relação aos direitos humanos. Oras, o que há no país islâmico é uma ditadura da pior categoria e, como representante fiel da luta contra este tipo de regime, Dilma nunca folgaria com o modelo de Ahmadinejad. Apoio tal posição da presidenta e acredito que o Irã não faz falta como parceiro do Brasil, em qualquer circunstância, pois a República Federativa do Brasil rege-se por princípios baseados na dignidade da pessoa humana e não deve se aliar a um Estado que não se compromete com o respeito aos direitos humanos fundamentais.
sábado, 8 de janeiro de 2011
Inflação em 2010: O dragão "baforou" novamente
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http://veja.abril.com.br/noticia/economia/ipca-sobe-5-91-em-2010-e-tem-maior-variacao-em-5-anos
Comentário: Um alerta foi acionado nesta sexta-feira (08/01). A inflação oficial (IPCA), divulgada pelo IBGE, superou a meta inflacionária do Bacen (4,5%) e fechou em 5,91% em 2010. Em novembro passado, o Bacen já sabia que sua meta seria superada e logo tomou medidas, como a elevação dos compulsórios para os bancos e, na próxima reunião do COPOM (Comitê de Política Monetária), espera-se um aumento na taxa básica de juros da economia. Tais ajustes servem para frear o consumo e, consequentemente, a alta generalizada dos preços. Todavia, acredito que o governo também dê uma reduzida no ritmo de seus gastos, já que é o maior comprador do país. Se isso for feito, o dragãozinho voltará a cochilar, mas não gosto muito disso (diminuição dos gastos governamentais). Explico: O consumo das famílias e os gastos do governo contribuem positivamente para o Produto Interno Bruto (PIB) e, se tais fatores são afetados negativamente- o que fatalmente acontecerá- a economia tende a crescer menos (o que fatalmente acontecerá). O que defendo é uma manutenção da inflação na casa dos 5% ao ano, incentivando a poupança das famílias, não do governo. Gastos (investimentos) são importantes e prioridade no atual cenário econômico brasileiro. E sua excelência sabe disso.
http://veja.abril.com.br/noticia/economia/ipca-sobe-5-91-em-2010-e-tem-maior-variacao-em-5-anos
Comentário: Um alerta foi acionado nesta sexta-feira (08/01). A inflação oficial (IPCA), divulgada pelo IBGE, superou a meta inflacionária do Bacen (4,5%) e fechou em 5,91% em 2010. Em novembro passado, o Bacen já sabia que sua meta seria superada e logo tomou medidas, como a elevação dos compulsórios para os bancos e, na próxima reunião do COPOM (Comitê de Política Monetária), espera-se um aumento na taxa básica de juros da economia. Tais ajustes servem para frear o consumo e, consequentemente, a alta generalizada dos preços. Todavia, acredito que o governo também dê uma reduzida no ritmo de seus gastos, já que é o maior comprador do país. Se isso for feito, o dragãozinho voltará a cochilar, mas não gosto muito disso (diminuição dos gastos governamentais). Explico: O consumo das famílias e os gastos do governo contribuem positivamente para o Produto Interno Bruto (PIB) e, se tais fatores são afetados negativamente- o que fatalmente acontecerá- a economia tende a crescer menos (o que fatalmente acontecerá). O que defendo é uma manutenção da inflação na casa dos 5% ao ano, incentivando a poupança das famílias, não do governo. Gastos (investimentos) são importantes e prioridade no atual cenário econômico brasileiro. E sua excelência sabe disso.
domingo, 2 de janeiro de 2011
O desafio de Dilma
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http://veja.abril.com.br/noticia/economia/as-bombas-que-dilma-tera-de-desarmar-na-economia
Comentário: É, 2011, ano novo, vida nova. Tal afirmação faz muito sentido, principalmente por conta da "mudança" de governo. Estritamente no âmbito econômico, Dilma terá um ano desafiante. Equilíbrio das contas públicas, inflação alta, inevitável aumento dos juros, crédito curto... Tudo isso requer muita habilidade da equipe econômica do governo federal e de seus órgãos e entidades. Porém, a meu ver, basta a presidenta cumprir- ou pelo menos iniciar o cumprimento- das promessas de investimentos crescentes na economia, favorecendo o desenvolvimento do país. Sinceramente, desejo boa sorte a ela, até porque, a sorte dela é a nossa sorte também.
http://veja.abril.com.br/noticia/economia/as-bombas-que-dilma-tera-de-desarmar-na-economia
Comentário: É, 2011, ano novo, vida nova. Tal afirmação faz muito sentido, principalmente por conta da "mudança" de governo. Estritamente no âmbito econômico, Dilma terá um ano desafiante. Equilíbrio das contas públicas, inflação alta, inevitável aumento dos juros, crédito curto... Tudo isso requer muita habilidade da equipe econômica do governo federal e de seus órgãos e entidades. Porém, a meu ver, basta a presidenta cumprir- ou pelo menos iniciar o cumprimento- das promessas de investimentos crescentes na economia, favorecendo o desenvolvimento do país. Sinceramente, desejo boa sorte a ela, até porque, a sorte dela é a nossa sorte também.
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