Se desejar, leia Gustavo Chacra:
http://blogs.estadao.com.br/gustavo-chacra/de-ny-a-brasilia-eua-devem-reconhecer-poder-global-do-brasil-apoiar-pais-no-cs-e-eliminar-vistos/
Comentários: As relações entre Brasil e EUA sempre foram estáveis, qual for o tema ou área a se observar. Obviamente, até alguns anos atrás, os dois países viviam realidades bem diferentes, dado que os EUA são uma potência desenvolvida, ao passo que o Brasil emerge rumo ao desenvolvimento. No âmbito econômico, brasileiros e ianques ainda possuem atritos, como no caso do comércio internacional, onde o Brasil, juntamente com os outros países do Brics (Rússia, Índia, China e África do Sul), briga pelo fim dos subsídios agrícolas dados pelo governo americano aos seus produtores, de forma que fiquem mais competitivos interna e externamente. Tal prática dos EUA é vista como protecionista pelos países emergentes e é, realmente. No âmbito político, as relações entre Estados Unidos e Brasil são sólidas. Observamos parcerias, como o G-20, reuniões importantes dentro da ONU, onde o Brasil sempre é convidado a participar, como ocorreu nos conflitos na Líbia e demais países árabes e africanos. Agora, se o Brasil efetivamente obtiver um apoio norte-americano para sua inclusão no Conselho de Segurança da ONU, há que se considerar um importante salto na atuação brasileira, como parte integrante das tomadas de decisões de cunho internacional. Ter os EUA como parceiros sempre será um bom negócio para o Brasil, de maneira que isso possa significar maior reconhecimento de nossa independência, soberania e importância no desenvolvimento global.

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