Artigo:
http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2011/05/16/mailson-da-nobrega-mercados-nao-funcionam-sem-estado-forte/
Comentários: A interferência do Estado nos mercados é fundamental. Não significa afrouxamento do sistema capitalista, mas sim razoabilidade e democracia econômica. O leitor pode questionar minha tese. Porém, motivo meu argumento: O conceito de capitalismo nunca excluiu a ação do Estado na economia. O que se preserva é a livre iniciativa, livre comércio, capacidade de expansão e negociação das organizações, etc. Todavia, é importante que o Estado aja na economia principalmente na regulação da mesma. Imagine um território sem um governo central, sem um ente supremo que organize a sua sociedade: Anarquia e caos. Assim é na economia. Os mercados necessitam de regulamentação, de regras impostas, para que haja uma ordem natural, sem excessos, sem imposições de um ou outro personagem. Por isso, o Banco Central é importante, dentro de suas competências, por exemplo, ao estabelecer os compulsórios, que significam uma parcela dos depósitos à vista nos bancos comerciais que deve ser recolhida a uma conta no Bacen. Dessa forma, se controla a quantidade de moeda existente no mercado, enxugando a liquidez excessiva e freando a capacidade que os bancos têm de multiplicar capital. Defender a participação do governo na economia não é jogar no time dos políticos, ou pregar socialismo, mas sim visar ao regramento do cenário econômico.

Grande visão de economia
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