Estadão:
http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,as-vesperas-do-copom-dilma-diz-que-ve-horizonte-para-reducao-dos-juros,82166,0.htm
Comentário: "Temos que ter consciência de que devemos defender nossa indústria. Como se faz isso? Reduzindo impostos e melhorando o crédito e as taxas de juros. É isso que queremos fazer". Essas são palavras da presidenta Dilma Rousseff ditas na terça-feira (30/08). É justamente o que já propus, em postagens anteriores, o que corrobora minha arguição de que o Brasil pratica uma política fiscal contracionista, ao estabelecer juros altos, encarecendo o crédito para investimentos, da mesma forma que institui tributos pesados, desestimulando de vez a produção. Com a redução dos juros e de tributos, a política fiscal muda o efeito sobre a produção pois, com mais crédito, há mais captação de recursos para investimentos e, com tributos mais leves, maior incentivo à produção, o que fortalece o mercado interno do país, criando uma blindagem contra ameaças exógenas, como crise econômica internacional, onde produtos estrangeiros tendem a ingressar no nosso mercado com preços defasados, todavia, com a indústria interna a todo vapor, temos oferta suficiente para atender a demanda, o que desinteressa a importação. Outrossim, menos tributação favorece a entrada de novos empreendedores no mercado, garantindo a esses condições mais tranquilas para se desenvolver, o que contribui mais ainda para o desenvolvimento do país e fortalecimento da economia, afastando a preocupação demasiada com o cenário econômico internacional e o que desequilíbrios externos podem ocasionar na economia interna do país.

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